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Hoje vamos falar sobre um tema que costuma gerar medo em investidores iniciantes, mas que, quando bem compreendido, pode se transformar em uma grande oportunidade de ganho: a marcação a mercado no Tesouro Direto.
Se você investe — ou pretende investir — em títulos públicos como Tesouro Prefixado ou Tesouro IPCA+, entender como funciona a marcação a mercado é fundamental.
Mais do que isso: ela pode ser usada como estratégia, especialmente em ciclos de queda da taxa de juros, como muitos investidores já começam a olhar para 2026.
Vamos entender tudo isso passo a passo.
O que é marcação a mercado?
Marcação a mercado é o processo de atualização diária do preço dos títulos públicos, de acordo com as condições do mercado.
Isso significa que, mesmo que você compre um título para levar até o vencimento, o valor dele pode subir ou cair no caminho, dependendo principalmente do comportamento da taxa de juros.
Importante deixar claro desde já:
👉 isso não é prejuízo automático, nem erro do Tesouro Direto.
É apenas o preço do título sendo ajustado à realidade do mercado.
Por que a marcação a mercado acontece?
A lógica é simples:
Esse mecanismo existe para garantir que todos os títulos negociados reflitam as taxas atuais da economia.
Quais títulos do Tesouro sofrem marcação a mercado?
Nem todos os títulos se comportam da mesma forma.
Tesouro Selic
Tesouro Prefixado
Tesouro IPCA+
Ou seja, Prefixados e IPCA+ são os protagonistas quando falamos de marcação a mercado como estratégia.
Marcação a mercado assusta… mas também pode gerar ganhos
Muitos investidores entram em pânico quando veem o título “no negativo” antes do vencimento.
Mas isso só é um problema se você precisar vender naquele momento.
Agora vem o ponto-chave:
👉 Se os juros caírem e você vender o título antes do vencimento, você pode ganhar mais do que o rendimento contratado originalmente.
É aqui que a marcação a mercado deixa de ser vilã e passa a ser oportunidade.
Por que 2026 entra nessa conversa?
Investidores mais atentos começam a olhar para o futuro do ciclo econômico.
Em cenários onde:
os títulos prefixados e IPCA+ comprados em momentos de juros altos tendem a se valorizar.
Se esse movimento de queda de juros se confirmar até 2026, quem comprou títulos com taxas elevadas pode:
Isso é estratégia — não aposta.
Exemplo simples de marcação a mercado
Imagine o seguinte cenário:
Resultado:
Seu título antigo ficou mais atrativo → o preço sobe.
Se você vender nesse momento, pode embolsar:
Esse ganho extra vem justamente da marcação a mercado.
Marcação a mercado é para todo mundo?
Não necessariamente.
Essa estratégia faz mais sentido para quem:
Para quem busca apenas previsibilidade e tranquilidade, levar o título até o vencimento continua sendo uma ótima escolha.
Cuidados importantes ao usar marcação a mercado como estratégia
Antes de tentar “ganhar dinheiro com marcação a mercado”, é essencial entender:
Marcação a mercado não é jogo — é leitura de cenário.
Renda fixa não é só “comprar e esquecer”
Durante muito tempo, a renda fixa foi vista apenas como algo passivo e sem estratégia.
Hoje, isso mudou.
Com conhecimento, o investidor pode:
Tudo isso dentro da renda fixa — com risco controlado.
Marcação a mercado pode ser aliada do investidor em 2026
A marcação a mercado no Tesouro Direto não é algo a ser temido, mas compreendido.
Quando bem usada, ela permite:
Para quem estuda, planeja e respeita o próprio perfil, a marcação a mercado pode ser uma poderosa aliada nos próximos anos.
Renda fixa também exige estratégia — e quem entende isso sai na frente.
Continue aprendendo a investir com estratégia
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